Existem pensamentos que se tornam comuns na sociedade, recheados de slogans irrefletidos e ideias que fingem ser progressistas, porém que quase sempre são verdadeiros "tiros no próprio pé". Um deles é a ideia equivocada de que instituições religiosas devem pagar impostos.
Veja, não estou dizendo que todos que defendem isso são pessoas mal intencionadas, mas garanto que são pessoas que muitas vezes apenas foram seduzidas pelo "canto da sereia" e não chegaram a refletir com mais cuidado sobre a situação. Vamos pensar um pouco:
A constituição federal garante a isenção de impostos para Instituições Religiosas (e não apenas igrejas), este é um grande avanço para garantir a liberdade religiosa e em especial dos grupos minoritários. Pensemos em um pequeno grupo budista com entre 6 e 10 membros, se os mesmos não tiverem muito dinheiro para arcar com impostos apenas por sua fé, então nunca poderão praticar sua religião de forma coletiva e menos ainda se organizar. A isenção de tributos, antes de entrar no mérito do papel da religião na sociedade, simplesmente serve para garantir o direito de você ter a religião que quiser. Veja, se eu e você agora quisermos formar uma religião qualquer (religião não necessariamente tem a ver com crença em Deus, existem religiões ateístas como a Religião da Humanidade que é mais conhecida como Igreja Positivista) nós temos a liberdade de poder fazer isso sem nos preocuparmos se teremos dinheiro o suficiente para arcar com os impostos ou não.
Então, como algumas pessoas pensam que uma conquista tão importante para uma sociedade realmente democrática e tolerante com as minorias seja algo ruim? Existem várias explicações possíveis:
- Algumas pessoas acham que isso é um "privilégio", mas esquecem que existem inúmeros outros casos de isenções tributárias e o objetivo das mesmas em geral é o de evitar que certa pessoa ou instituição vá falir em função dos impostos.
- Algumas pessoas simplesmente são contra ideais democráticos e pluralistas. Vale lembrar quantas pessoas não apoiaram o nazismo e outras barbáries no mundo.
- Algumas pessoas tem um ódio, mais ou menos disfarçado, contra as religiões e em especial contra as majoritárias e acabam tentando usar isso como uma forma de ataque gratuito.
- Algumas pessoas acham que estão libertando a sociedade dos "aproveitadores da fé", mas na realidade acabam é beneficiando os mesmos já que eles é que terão dinheiro para arcar com os tributos e ainda vão se livrar das instituições sérias que podem até quebrar com a falta de verba para seu sustento (muitas já estão quase quebrando sem ter os impostos).
Em resumo, as tentativas de tributar as religiões nada mais são do que tentativas de esmagar as religiões minoritárias, destruir a liberdade religiosa e fortalecer os oportunistas. Abusos contra a fé das pessoas devem ser resolvidos com conscientização e não punindo quem nada tem a ver com isso e deixando escapar quem pratica tais abusos e terá dinheiro para arcar com os impostos.
Sem falar que, em última instância, o dinheiro das instituições religiosas é de seus fiéis e tributar as mesmas é apenas decretar que religiosos devem pagar mais impostos que não-religiosos apenas por conta de suas convicções pessoais. Perseguição econômica contra religiosos também é uma forma de praticar a intolerância religiosa e ao longo da história tem sido usada para oprimir diversas minorias.
Por uma sociedade plural, onde todos sejam livres para crer ou não crer sem precisarem saber se terão dinheiro o suficiente para isso. Por uma sociedade livre, igualitária e fraterna!
Tocando na ferida - Escola, violência e legislação sem idealismos.
Existem alguns assuntos que eu evito debater na internet por alguns motivos:
1) Não há debate e sim exibicionismo de quem é o melhor (normalmente na base do grito e da ofensa e não da argumentação).
2) Tudo já está muito polarizado... Ex.: Se você criticou o governo Dilma então deve ser um espião do PSDB, se criticar o FHC deve receber alguma bolsa da Dilma... Ou se é anarquista ou se é fascista...
3) As pessoas não querem estudar os temas e se contentam com frases feitas aprendidas em alguma cartilha.
Porém, tem horas que não dá mais e aí vale lembrar a velha frase de que "No inferno os lugares mais quentes estão destinados aos omissos" e seguir o que diz a Bíblia "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca." (Apocalipse 3:15-16).
Estava eu vendo os debates sobre a morte do ciclista esfaqueado no Rio de Janeiro e lembro de poucas vezes ter visto tanta bobagem junta. Boa parte disto por culpa de uma direita que oscila entre um liberalismo individualista (sendo que se o capital é social não seria possível essa ideia do "cada um por si" ignorando o resto da sociedade) e um militarismo fascistóide, mas também por culpa de uma esquerdinha pós-moderna de classe média cada vez menos ortodoxa e mais abraçadora de árvores e que se preocupa menos em estudar economia (que acham ser uma ciência burguesa... Pobres Marx e Proudhon) e mais em estudar livros de auto-ajuda para ficar dizendo "Amor Livre"/"Mais amor por favor"/"Ninguém é dono de ninguém" e outros delírios que poderiam ter se encerrado com o festival de Woodstock.
O que foi para mim o cúmulo, a ponto de me fez largar meus compromissos para escrever aqui, foi a manchete do Jornal Extra no dia de hoje (tão celebrada por uns e repudiada por outros). São tantas coisas grotescas que estão nessa matéria e nos argumentos sobre o caso que me fazem ter que falar em tópicos para facilitar o entendimento:
1) A escola desistiu de alguém? Não! A escola não desiste de ninguém pois é não tem que insistir em ninguém, a escola não é depósito e nem educadora moral, a escola serve para o desenvolvimento "intelectual" (não vou entrar aqui nas discussões sobre esta palavra e a usarei no seu sentido mais vulgar) como desenvolvimento da linguagem, desenvolvimento do raciocínio lógico/argumentativo/retórico e matemático, desenvolvimento das aptidões científicas/filosóficas/artísticas de acordo com cada disciplina... O meu pensamento é conteudista? De certa forma sim (apesar de ter asco a ideia da simples memorização que ocorre na escola no lugar da assimilação do modo de fazer), mas é para isso que serve a escola (salvo as escolas religiosas e militares que teoricamente tem um compromisso DOUTRINÁRIO de formar a pessoa integralmente). A escola tem alguma participação na formação moral? Sem dúvidas que sim, da mesma forma que qualquer outro ambiente como o seu próprio emprego ou time de pelada também tem alguma participação, mas não é protagonista nisto que apenas a família (junto com a instituição religiosa ou militar de acordo com o caso) pode fazer. Quem trabalhou em escolas públicas problemáticas sabe muito bem que a escola nem deveria ser obrigatória, pois ao colocar o aluno que não quer nada (e ele tem o direito inalienável de não querer se formar e que é impossível impedir ele disso) com o aluno que quer o prejudicado será este último pois o professor que já fica sobrecarregado por lidar com muitos alunos simultaneamente acaba tendo que gastar toda a sua energia em conter os excessos do aluno que nada quer. A escola não desiste de ninguém pois ela não é reformatório, ela está lá para ensinar os que querem e não para tentar converter quem não quer. Podemos contribuir com a educação, mas não tomar a dianteira nisso (aliás isso é só mais uma tentativa de jogar a culpa nos professores que já vivem em seu limite).
2) O criminoso é vítima da injustiça social? Não necessariamente ou não existiriam vários criminosos oriundos de famílias abastadas! A principal vítima dos criminosos é o TRABALHADOR que enfrenta uma jornada de trabalho exaustiva em conduções lotadas e sem o mínimo de salubridade para no final do mês receber o um salário que não paga nem as compras no mercado. Marx e outros grandes teóricos do campo de esquerda sempre foram claros em mostrar que sua luta é pelo PROLETARIADO, pela classe PRODUTIVA e criminosos não se incluem nela (antes são inimigos da mesma já que é o TRABALHADOR que é assaltado no BRT e é o TRABALHADOR que não tem acesso aos serviços públicos por conta da corrupção na classe política). Então, vamos parar com essa mania de inocentar o algoz... Eu trabalhei com crianças que não tinham o que comer e ao invés de estarem esfaqueando os outros na rua elas se sacrificavam estudando (já tive aluna desmaiando na escola pois não comia fazia tempo) e alguns desses conseguiram até entrar para escolas de referência (nessas horas ninguém fala mal do "conteudismo" né?)... Elas eram vítimas das estruturas injustas, não os que optaram em querer matar e roubar aquilo que outros conseguiram com suor (sim, pois essa esquerdinha de classe média não acha nada demais o risco de ser vítima na rua pois seu condomínio tem boa segurança e perder R$ 100,00 em um assalto não vai te deixar sem comer no fim do mês). Na República Popular da China, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, República Democrática Popular da Coréia ou até mesmo na social-democracia escandinava não se faz essa choradeira vitimizante com os criminosos, antes eles tem a certeza da punição (nas repúblicas marxistas até de forma bem mais dura).

3) Ser hippie é legal, mas já está ultrapassado. Hoje, a esquerda atual tem pavor das palavras: ordem, disciplina, punição, militarismo, polícia. Esse pânico não encontra respaldo nem nas teorias socialistas e nem nas práticas dos regimes, talvez só na choradeira revisionista de setores do PSOL. Não precisamos adotar o Juche, mas também não precisamos virar abraçadores de árvores.
4) Mas e os mortos nas favelas? Obviamente que não podem ser esquecidos, mas também isso não pode ser desculpa para esquecer de alguém de outra origem que foi morto brutalmente... Todos devem ser lembrados! Se eu me revoltei com a impunidade de Thor Batista ao ter matado um ciclista, não posso achar bonita a impunidade do menor que matou outro (até por questão de coerência e humanismo).
5) Nem reduzir a maioridade penal atoa e nem deixar tudo como está onde um aluno estupra uma aluna ou quase mata um professor e no máximo será transferido de escola, isso se os pais não reclamarem da distância da nova escola e o MP obrigar ele a retornar a escola de origem junto da vítima... Duas propostas bem coerentes e que precisam ser discutidas são: A) Tornar o ECA mais rígido com o menor infrator. B) Reduzir a maioridade penal apenas para crimes hediondos.
6) A pena de morte e a prisão perpétuas são grandes erros, tanto pelos possíveis equívocos quanto por não trazer nada de bom pra sociedade (nem compensar os erros e nem reformar o indivíduo), sendo assim o trabalho (mesmo que forçado) deve ser a punição como forma de evitar o ócio, ensinar algo de útil ao detento e principalmente botar ele para trabalhar pela sociedade. Tal prática é muito usada nos Estados Unidos, na China e foi muito usada também na URSS.
7) Direitos Humanos são vitais sim para a sobrevivência da sociedade sem tirania, porém devemos pensar também (e principalmente) nos Direitos Humanos das vítimas e possíveis vítimas e não apenas do criminoso. A impunidade do criminoso vai levar ele a fazer novas vítimas (novas pessoas que não terão respeitados os seus direitos humanos).
7) O jornal Extra e sua linha editorial, condizente com a linha do O Globo, tenta culpabilizar a escola (mais especificamente os professores) e levar a fatos como esse: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,e-uma-crianca-diz-mae-de-acusado,1693020
Vale a pena ler:
http://www.osul.com.br/professor-que-teve-o-nariz-quebrado-por-aluno-vai-abandonar-a-profissao/
http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-08-30/brasil-e-lider-mundial-em-agressao-a-professores.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/jonas-os-professores-e-uma-outra-evasao.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/desabafo-conscientizador.html
1) Não há debate e sim exibicionismo de quem é o melhor (normalmente na base do grito e da ofensa e não da argumentação).
2) Tudo já está muito polarizado... Ex.: Se você criticou o governo Dilma então deve ser um espião do PSDB, se criticar o FHC deve receber alguma bolsa da Dilma... Ou se é anarquista ou se é fascista...
3) As pessoas não querem estudar os temas e se contentam com frases feitas aprendidas em alguma cartilha.
Estava eu vendo os debates sobre a morte do ciclista esfaqueado no Rio de Janeiro e lembro de poucas vezes ter visto tanta bobagem junta. Boa parte disto por culpa de uma direita que oscila entre um liberalismo individualista (sendo que se o capital é social não seria possível essa ideia do "cada um por si" ignorando o resto da sociedade) e um militarismo fascistóide, mas também por culpa de uma esquerdinha pós-moderna de classe média cada vez menos ortodoxa e mais abraçadora de árvores e que se preocupa menos em estudar economia (que acham ser uma ciência burguesa... Pobres Marx e Proudhon) e mais em estudar livros de auto-ajuda para ficar dizendo "Amor Livre"/"Mais amor por favor"/"Ninguém é dono de ninguém" e outros delírios que poderiam ter se encerrado com o festival de Woodstock.
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| Capa do Extra do dia 22/05/2015 |
1) A escola desistiu de alguém? Não! A escola não desiste de ninguém pois é não tem que insistir em ninguém, a escola não é depósito e nem educadora moral, a escola serve para o desenvolvimento "intelectual" (não vou entrar aqui nas discussões sobre esta palavra e a usarei no seu sentido mais vulgar) como desenvolvimento da linguagem, desenvolvimento do raciocínio lógico/argumentativo/retórico e matemático, desenvolvimento das aptidões científicas/filosóficas/artísticas de acordo com cada disciplina... O meu pensamento é conteudista? De certa forma sim (apesar de ter asco a ideia da simples memorização que ocorre na escola no lugar da assimilação do modo de fazer), mas é para isso que serve a escola (salvo as escolas religiosas e militares que teoricamente tem um compromisso DOUTRINÁRIO de formar a pessoa integralmente). A escola tem alguma participação na formação moral? Sem dúvidas que sim, da mesma forma que qualquer outro ambiente como o seu próprio emprego ou time de pelada também tem alguma participação, mas não é protagonista nisto que apenas a família (junto com a instituição religiosa ou militar de acordo com o caso) pode fazer. Quem trabalhou em escolas públicas problemáticas sabe muito bem que a escola nem deveria ser obrigatória, pois ao colocar o aluno que não quer nada (e ele tem o direito inalienável de não querer se formar e que é impossível impedir ele disso) com o aluno que quer o prejudicado será este último pois o professor que já fica sobrecarregado por lidar com muitos alunos simultaneamente acaba tendo que gastar toda a sua energia em conter os excessos do aluno que nada quer. A escola não desiste de ninguém pois ela não é reformatório, ela está lá para ensinar os que querem e não para tentar converter quem não quer. Podemos contribuir com a educação, mas não tomar a dianteira nisso (aliás isso é só mais uma tentativa de jogar a culpa nos professores que já vivem em seu limite).
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| Clique para ampliar |
2) O criminoso é vítima da injustiça social? Não necessariamente ou não existiriam vários criminosos oriundos de famílias abastadas! A principal vítima dos criminosos é o TRABALHADOR que enfrenta uma jornada de trabalho exaustiva em conduções lotadas e sem o mínimo de salubridade para no final do mês receber o um salário que não paga nem as compras no mercado. Marx e outros grandes teóricos do campo de esquerda sempre foram claros em mostrar que sua luta é pelo PROLETARIADO, pela classe PRODUTIVA e criminosos não se incluem nela (antes são inimigos da mesma já que é o TRABALHADOR que é assaltado no BRT e é o TRABALHADOR que não tem acesso aos serviços públicos por conta da corrupção na classe política). Então, vamos parar com essa mania de inocentar o algoz... Eu trabalhei com crianças que não tinham o que comer e ao invés de estarem esfaqueando os outros na rua elas se sacrificavam estudando (já tive aluna desmaiando na escola pois não comia fazia tempo) e alguns desses conseguiram até entrar para escolas de referência (nessas horas ninguém fala mal do "conteudismo" né?)... Elas eram vítimas das estruturas injustas, não os que optaram em querer matar e roubar aquilo que outros conseguiram com suor (sim, pois essa esquerdinha de classe média não acha nada demais o risco de ser vítima na rua pois seu condomínio tem boa segurança e perder R$ 100,00 em um assalto não vai te deixar sem comer no fim do mês). Na República Popular da China, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, República Democrática Popular da Coréia ou até mesmo na social-democracia escandinava não se faz essa choradeira vitimizante com os criminosos, antes eles tem a certeza da punição (nas repúblicas marxistas até de forma bem mais dura).
3) Ser hippie é legal, mas já está ultrapassado. Hoje, a esquerda atual tem pavor das palavras: ordem, disciplina, punição, militarismo, polícia. Esse pânico não encontra respaldo nem nas teorias socialistas e nem nas práticas dos regimes, talvez só na choradeira revisionista de setores do PSOL. Não precisamos adotar o Juche, mas também não precisamos virar abraçadores de árvores.
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| Cartaz da Frente Popular durante a Guerra Civil Espanhola. |
5) Nem reduzir a maioridade penal atoa e nem deixar tudo como está onde um aluno estupra uma aluna ou quase mata um professor e no máximo será transferido de escola, isso se os pais não reclamarem da distância da nova escola e o MP obrigar ele a retornar a escola de origem junto da vítima... Duas propostas bem coerentes e que precisam ser discutidas são: A) Tornar o ECA mais rígido com o menor infrator. B) Reduzir a maioridade penal apenas para crimes hediondos.
6) A pena de morte e a prisão perpétuas são grandes erros, tanto pelos possíveis equívocos quanto por não trazer nada de bom pra sociedade (nem compensar os erros e nem reformar o indivíduo), sendo assim o trabalho (mesmo que forçado) deve ser a punição como forma de evitar o ócio, ensinar algo de útil ao detento e principalmente botar ele para trabalhar pela sociedade. Tal prática é muito usada nos Estados Unidos, na China e foi muito usada também na URSS.
7) Direitos Humanos são vitais sim para a sobrevivência da sociedade sem tirania, porém devemos pensar também (e principalmente) nos Direitos Humanos das vítimas e possíveis vítimas e não apenas do criminoso. A impunidade do criminoso vai levar ele a fazer novas vítimas (novas pessoas que não terão respeitados os seus direitos humanos).
7) O jornal Extra e sua linha editorial, condizente com a linha do O Globo, tenta culpabilizar a escola (mais especificamente os professores) e levar a fatos como esse: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,e-uma-crianca-diz-mae-de-acusado,1693020
Vale a pena ler:
http://www.osul.com.br/professor-que-teve-o-nariz-quebrado-por-aluno-vai-abandonar-a-profissao/
http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-08-30/brasil-e-lider-mundial-em-agressao-a-professores.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/jonas-os-professores-e-uma-outra-evasao.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/desabafo-conscientizador.html
Richa, Paes, Garcia, Pezão e Cabral dariam orgulho a Goebbels e Hitler.
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| Ministério da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil manifesta sua solidariedade aos professores. |
Depois do massacre provocado contra os professores do Rio de Janeiro, promovidos pelos governos de Cabral-Pezão-Paes (na sórdida aliança PMDB-PT) e Paulo Garcia (PT), o governador paranaense Beto Richa (PSDB) fez algo parecido para mostrar que o autoritarismo/corrupção/descaso com o povo não é exclusividade de um único grupo político (e que PT = PMDB = PSDB).
Mas, agora temos uma novidade... Policiais de sangue rosa!!!!! O PM Umberto Scandelari, demonstrando que é um ser digno do desprezo de todas as pessoas de boa vontade, posta uma foto pintado de rosa e dando a entender que foi agredido por professores (de inicio recebendo mensagens de apoio dos seus amigos que desejavam que ele estivesse bem e se recuperasse)... Porém, quando pessoas com o QI superior ao de uma barata, começaram a ver a péssima maquiagem do PM e a zuar, ele editou a foto para dizer que não era sangue... Bom, ser pintado é motivo para agredir de forma tão brutal outras pessoas? Se ele foi atacado com tinta, como explicar o fato da farda estar limpinha e apenas estar sujo na cara e nos braços? Silêncio reina...
Na próxima foto, temos uma farda com um ou outro pingo, mas ainda não ficando explicada como a quantidade imensa de tinta que supostamente teria atingido o PM encharcaram o braço e capacete, mas fugiram da farda...

Com produções assim, o Brasil não vai levar o Oscar de efeitos especiais...
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| Paulo Garcia (PT) também deu sua contribuição contra a classe. |
Richa/Paes/Pezão/Garcia imitam Gobbels na mentira e Hitler na opressão...
Fora Richa!
Fora Pezão!
Fora Paes!
Fora Garcia!
Ser ou não ser o DEM da Esquerda? A triste fase do PSB...
Recentemente, no meios dos protestos dos militantes do PSB-RJ para que a nacional mantivesse o dep. Glauber como presidente do partido (já que para tal foi eleito) e não impusesse o senador Romário contra a vontade geral, o eterno vice (ex-vice na chapa de Marina e agora vice-presidente do PSB Nacional) Beto Albuquerque soltou uma frase muito vaga para tentar acalmar os manifestantes: "Não somos o DEM da esquerda".
Inicialmente, os militantes entenderam que isso seria um sinal de que o PSB manteria sua fidelidade ideológica, eu discordei e aparentemente acertei... Vamos pensar essa questão por outro ângulo:
- Historicamente essa frase é um absurdo, já que o DEM e o PSB tem a mesma origem na UDN, sim o DEM atual reivindica a herança da UDN (inclusive este é o discurso do Ronaldo Caiado para ser contra a fusão do DEM com o PTB) de Lacerda, mas o PSB também nasce da UDN (na corrente chamada Esquerda Democrática e que unia a oposição de esquerda ao getulismo). Sendo assim, do ponto de vista histórico o DEM e o PSB são irmãos, sendo um de esquerda e o outro de direita... Logo, sim o PSB é o DEM da Esquerda (ou era se estivesse ainda ligado aos seus ideais).
- O DEM costuma ser talvez o partido mais ideológico da direita... Ao dizer que não seremos o DEM da esquerda, na verdade estamos dizendo que não seremos ideológicos (à esquerda) e talvez sejamos o PMDB da esquerda, disposto a se prostituir no fisiologismo. (Seria o que ocorreu no caso Romário?)
- Será que não seremos o DEM da esquerda por termos deixado de ser esquerda? Afinal, liberar a bancada para votar favoravelmente na PL das terceirizações (e a maioria dos deputados tendo votado a favor) não é algo muito de esquerda (e nem de centro-esquerda como o presidente nacional do PSB disse na tv)
Triste fim... Triste fim... Triste fim, para um partido de esquerda, ter o DEM como elogio...
Inicialmente, os militantes entenderam que isso seria um sinal de que o PSB manteria sua fidelidade ideológica, eu discordei e aparentemente acertei... Vamos pensar essa questão por outro ângulo:
- Historicamente essa frase é um absurdo, já que o DEM e o PSB tem a mesma origem na UDN, sim o DEM atual reivindica a herança da UDN (inclusive este é o discurso do Ronaldo Caiado para ser contra a fusão do DEM com o PTB) de Lacerda, mas o PSB também nasce da UDN (na corrente chamada Esquerda Democrática e que unia a oposição de esquerda ao getulismo). Sendo assim, do ponto de vista histórico o DEM e o PSB são irmãos, sendo um de esquerda e o outro de direita... Logo, sim o PSB é o DEM da Esquerda (ou era se estivesse ainda ligado aos seus ideais).
- O DEM costuma ser talvez o partido mais ideológico da direita... Ao dizer que não seremos o DEM da esquerda, na verdade estamos dizendo que não seremos ideológicos (à esquerda) e talvez sejamos o PMDB da esquerda, disposto a se prostituir no fisiologismo. (Seria o que ocorreu no caso Romário?)
- Será que não seremos o DEM da esquerda por termos deixado de ser esquerda? Afinal, liberar a bancada para votar favoravelmente na PL das terceirizações (e a maioria dos deputados tendo votado a favor) não é algo muito de esquerda (e nem de centro-esquerda como o presidente nacional do PSB disse na tv)
Triste fim... Triste fim... Triste fim, para um partido de esquerda, ter o DEM como elogio...
AS 30 moedas de prata do Senador Romário.
As 30 moedas de prata do Senador Romário Faria.
Diz a Bíblia que Judas Iscariotes vendeu Jesus Cristo por 30 moedas de prata, traindo seus amigos mais próximos e seus próprios ideais.
Na política eu só me enganei/arrependi por duas vezes, a primeira foi quando votei em Jandira Feghali (PCdoB-RJ) em 2008 e a vi traindo tudo que falava no 1º turno ao apoiar Eduardo Paes no 2º turno, a segunda vez é agora com o Senador Romário.
Admito que errei duas vezes com Romário, a primeira foi quando ele se candidatou pela primeira vez e eu achava que seria mais uma celebridade para mamar nas tetas do governo... Errei, o deputado federal Romário fez um mandato exemplar e ainda por cima ajudou a libertar o PSB-RJ do Alexandre Cardoso que havia transformado o partido em apêndice do PMDB. Entrei no PSB neste período onde Romário trabalhava junto com o deputado federal Glauber Braga para reconstruir o PSB-RJ.
Infelizmente, sob o comando de Romário o PSB-RJ se enrolou administrativamente, levando a militância a eleger Glauber Braga com mais de 90% dos votos para a presidência do partido. Vendo sua candidatura ao senado ameaçada, apesar do acordo prévio com o finado Eduardo Campos, membros de uma torcida organizada do Flamengo invadem a convenção do PSB-RJ intimidando (deliberadamente ou não) os presentes e exigindo a candidatura do Romário ao senado. Até aí tudo ia bem...
Começou a campanha e a militância caiu dentro da campanha, ao contrário do que o Romário disse na mídia, aliás como pode ser provado pelas fotos da época em meu Facebook. A decepção no entanto começou não apenas com a ingratidão de Romário com a militância do partido, mas quando no segundo turno o Romário que teria lutado contra o PMDB e assinado uma nota favorável a greve dos professores contra Cabral/Pezão acaba apoiando Pezão (PMDB-RJ) no segundo turno e não o senador Crivella (PRB-RJ) como foi deliberado pela militância que fez até um ato de apoio ao Crivella (com fotos e manifestos publicados em meu facebook).
O que parecia ser apenas uma opção equivocada se mostrou mais do que isso, Romário passa a indicar cargos para governos do PMDB e elogia Eduardo Paes e ainda desejava votar naquele partido para a presidência do Senado. Romário trama a tomada do PSB-RJ na marra, se aproveitando de uma brecha estatutária que garante o direito da Nacional intervir e aproveitando que o deputado Glauber foi um dos poucos que foi contra a decisão da executiva nacional de apoiar Aécio Neves (PSDB) no 2º turno e que o PSB-RJ, que havia acabado de perder boa parte de sua estrutura no limite das eleições com a saída de última hora do grupo de Alexandre Cardoso, não havia conseguido alcançar a votação mínima para deputado federal que o estatuto exigia e em boa parte por culpa do próprio Romário que queria vir como senador enquanto a militância desejava que ele viesse como deputado federal para fazer uma bancada forte do PSB-RJ puxando votos.
Após longa briga entre a militância e a executiva nacional, finalmente, no dia de hoje o PSB-RJ está nas mãos do senador Romário e o mesmo que vinha num trabalho forte de um partido ideológico caminha novamente para o fisiologismo e personalismo da era Cardoso. Romário como Judas, após estar tão próximo do deputado Glauber Braga quanto Judas de Cristo, o entrega por 30 moedas de prata (sua sede de poder que ficou evidente após a sua vitória como senador)...

Descanse em paz PSB-RJ e parabéns para a militância que lutou até o último segundo, mas foi apunhalada pela direção nacional do PSB (partido este que morreu junto com Eduardo Campos) e pelo senador Romário que deveria representar os ideais desta militância e de todo o povo que o elegeu em uma coligação (Frente Popular) de OPOSIÇÃO aos que hoje Romário elogia... Judas se arrependeu, mesmo que tarde de mais, será que Romário também se arrependerá? Até lá a única coisa que dá para saber é que o peixe é traíra...
Diz a Bíblia que Judas Iscariotes vendeu Jesus Cristo por 30 moedas de prata, traindo seus amigos mais próximos e seus próprios ideais.
Na política eu só me enganei/arrependi por duas vezes, a primeira foi quando votei em Jandira Feghali (PCdoB-RJ) em 2008 e a vi traindo tudo que falava no 1º turno ao apoiar Eduardo Paes no 2º turno, a segunda vez é agora com o Senador Romário.
Admito que errei duas vezes com Romário, a primeira foi quando ele se candidatou pela primeira vez e eu achava que seria mais uma celebridade para mamar nas tetas do governo... Errei, o deputado federal Romário fez um mandato exemplar e ainda por cima ajudou a libertar o PSB-RJ do Alexandre Cardoso que havia transformado o partido em apêndice do PMDB. Entrei no PSB neste período onde Romário trabalhava junto com o deputado federal Glauber Braga para reconstruir o PSB-RJ.
Infelizmente, sob o comando de Romário o PSB-RJ se enrolou administrativamente, levando a militância a eleger Glauber Braga com mais de 90% dos votos para a presidência do partido. Vendo sua candidatura ao senado ameaçada, apesar do acordo prévio com o finado Eduardo Campos, membros de uma torcida organizada do Flamengo invadem a convenção do PSB-RJ intimidando (deliberadamente ou não) os presentes e exigindo a candidatura do Romário ao senado. Até aí tudo ia bem...
Começou a campanha e a militância caiu dentro da campanha, ao contrário do que o Romário disse na mídia, aliás como pode ser provado pelas fotos da época em meu Facebook. A decepção no entanto começou não apenas com a ingratidão de Romário com a militância do partido, mas quando no segundo turno o Romário que teria lutado contra o PMDB e assinado uma nota favorável a greve dos professores contra Cabral/Pezão acaba apoiando Pezão (PMDB-RJ) no segundo turno e não o senador Crivella (PRB-RJ) como foi deliberado pela militância que fez até um ato de apoio ao Crivella (com fotos e manifestos publicados em meu facebook).
Após longa briga entre a militância e a executiva nacional, finalmente, no dia de hoje o PSB-RJ está nas mãos do senador Romário e o mesmo que vinha num trabalho forte de um partido ideológico caminha novamente para o fisiologismo e personalismo da era Cardoso. Romário como Judas, após estar tão próximo do deputado Glauber Braga quanto Judas de Cristo, o entrega por 30 moedas de prata (sua sede de poder que ficou evidente após a sua vitória como senador)...
Descanse em paz PSB-RJ e parabéns para a militância que lutou até o último segundo, mas foi apunhalada pela direção nacional do PSB (partido este que morreu junto com Eduardo Campos) e pelo senador Romário que deveria representar os ideais desta militância e de todo o povo que o elegeu em uma coligação (Frente Popular) de OPOSIÇÃO aos que hoje Romário elogia... Judas se arrependeu, mesmo que tarde de mais, será que Romário também se arrependerá? Até lá a única coisa que dá para saber é que o peixe é traíra...
O papelão da Beija-Flor no carnaval 2015.
Quem me conhece sabe que respeito todas as escolas de Samba, na verdade sempre gostei muito dos desfiles e toda a questão cultural envolvida. Como professor posso afirmar que os enredos normalmente tem uma caráter pedagógico muito bom e que ás vezes os alunos aprendem mais em um desfile desses do que nas aulas (que eventualmente não prestam atenção).
Porém, nem só de bons exemplos vive o mundo do samba e o desfile da Beija-Flor de Nilópolis que ainda nem ocorreu já é um grande fiasco e uma grande vergonha. Como assim? Vamos lá...
A Beija-Flor é uma escola com um passado complicado, seus enredos já homenagearam ALGUMAS vezes a ditadura militar no passado e mais recentemente tem apelado para enredos repletos de puxa-saquismo para buscando se beneficiar de alguma forma. Ex.: O enredo sobre o Roberto Carlos poderia ser citado, mas creio que o enredo sobre o Boni foi bem problemático e isso se refletiu na péssima e inusitada colocação da escola em 2014.
Claro, nem todos os enredos precisam ser politizados... Mas se forem, que sirvam para apoiar o oprimido e não o opressor e isso a Beija-Flor já fez no passado com seu enredo de 2003 que é um dos meus favoritos de todas as escolas de Samba:
Mas, creio que neste ano a Beija-Flor conseguiu se superar, ou não, ao vender seu enredo para um sanguinário ditador... Sim, infelizmente a Beija-Flor se prestou a esse papelão de ser garota propaganda de uma ditadura cruel. Para quem não soube do caso:
http://oglobo.globo.com/rio/carnaval/2015/presidente-da-guine-equatorial-da-10-milhoes-para-desfile-da-beija-flor-que-exalta-pais-15303852
http://oglobo.globo.com/rio/carnaval/2015/juiza-denise-frossard-critica-enredo-patrocinado-por-ditador-de-pais-africano-dinheiro-sujo-15315108
Se já é demasiado vergonhoso para um país manter relações com ditaduras deste tipo, quem dirá para um escola de samba? ahhh mas eles não vão falar de política... Bem, elogiar um país que vive uma ditadura sanguinária sem atacar a política dele e ainda levando dinheiro desse ditador é querer enriquecer com o sangue alheio... Será que qualquer campeonato vale a tortura de tantas pessoas?
Sinceramente, torço para que a Beija-Flor tenha um resultado pior que em 2014 e possa voltar ao Espírito de 2003!
Obs.: Quem quiser conhecer mais sobre a oposição contra Obiang e a situação na Guiné Equatorial pode acessar o site http://progressive-alliance.info/2014/04/16/cuatro-preguntas-para-la-convergencia-para-la-democracia-social-cpds/
Porém, nem só de bons exemplos vive o mundo do samba e o desfile da Beija-Flor de Nilópolis que ainda nem ocorreu já é um grande fiasco e uma grande vergonha. Como assim? Vamos lá...
A Beija-Flor é uma escola com um passado complicado, seus enredos já homenagearam ALGUMAS vezes a ditadura militar no passado e mais recentemente tem apelado para enredos repletos de puxa-saquismo para buscando se beneficiar de alguma forma. Ex.: O enredo sobre o Roberto Carlos poderia ser citado, mas creio que o enredo sobre o Boni foi bem problemático e isso se refletiu na péssima e inusitada colocação da escola em 2014.
Claro, nem todos os enredos precisam ser politizados... Mas se forem, que sirvam para apoiar o oprimido e não o opressor e isso a Beija-Flor já fez no passado com seu enredo de 2003 que é um dos meus favoritos de todas as escolas de Samba:
Mas, creio que neste ano a Beija-Flor conseguiu se superar, ou não, ao vender seu enredo para um sanguinário ditador... Sim, infelizmente a Beija-Flor se prestou a esse papelão de ser garota propaganda de uma ditadura cruel. Para quem não soube do caso:
http://oglobo.globo.com/rio/carnaval/2015/presidente-da-guine-equatorial-da-10-milhoes-para-desfile-da-beija-flor-que-exalta-pais-15303852
http://oglobo.globo.com/rio/carnaval/2015/juiza-denise-frossard-critica-enredo-patrocinado-por-ditador-de-pais-africano-dinheiro-sujo-15315108
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| O ditador Obiang |
Sinceramente, torço para que a Beija-Flor tenha um resultado pior que em 2014 e possa voltar ao Espírito de 2003!
Obs.: Quem quiser conhecer mais sobre a oposição contra Obiang e a situação na Guiné Equatorial pode acessar o site http://progressive-alliance.info/2014/04/16/cuatro-preguntas-para-la-convergencia-para-la-democracia-social-cpds/
Wakfu: Um jogo que pode ser educativo!
Eu sempre achei que jogos educativos tinham um grande problema: serem muito chatos!
A fantasia sempre foi utilizada de forma educativa, não atoa que as obras "O Senhor dos Anéis" e "As Crônicas de Nárnia" foram escritas, respectivamente pelos escritores cristãos J. R. R. Tolkien (católico-romano) e C.S. Lewis (teólogo anglicano), com um intuito pedagógico/espiritual (sim, elas são abertamente cheias de simbolismo e de moral cristã). Tudo bem que o RPG (Role Playing Game: Jogo de Interpretação de Personagem) já é bem divulgado como instrumento pedagógico, mas depende muito do título e o RPG de livro sofre várias limitações para uso pedagógico: custo do material, dificuldade para encontrar material ou companheiros de jogo, complexidade das regras, alguns títulos não contribuem tanto quanto outros (e por vezes pode chocar as pessoas com certas temáticas), ...
OBS.: Sim, recomendo que incentivem seus filhos/alunos a jogarem RPG de livro, poucos jogos são tão divertidos e auxiliam tanto no desenvolvimento pessoal.
Bem, mas voltando... Eu já joguei alguns jogos on-line, mais especificamente MMORPGs (Um tipo de jogo que parece muito pouco com o seu inspirador: o RPG), porém nunca consegui ver nada de educativo neles. Mas, minha opinião mudou recentemente ao conhecer o jogo Wakfu.
Um amigo meu de infância (Mateus Ruzza) costuma brincar dizendo que Wakfu ensina mais que muita mãe... Brincadeiras a parte o jogo tem uma dinâmica fantástica para ensinar várias coisas da vida real. Ahhh sim, vale citar a curiosidade de que esse jogo é francês (mas tem uma versão disponível em língua portuguesa), apesar da maioria dos jogos desse tipo serem dos EUA ou do Extremo Oriente.
Mas, o que esse tal de Wakfu tem de tão especial? Vejamos:
Ah sim, os pontos de cidadania são conseguidos ao se realizar boas ações para a comunidade. Ex.: conseguir recursos (animais/vegetais) que estavam em falta ou eliminar ameaças/pragas. Você também pode perder pontos de cidadania ao destruir o ecossistema, ferir leis ou agredir pessoas atoa e se você ficar com pontos negativos você se torna um fora-da-lei que será procurado pelos soldados da nação para ser preso (e terá que ficar com seu personagem trabalhando na cadeia para quitar sua dívida com a sociedade).
Ah sim, eventualmente você pode ter que viajar (gastando) pra outras nações pra comprar recursos que estejam em falta na sua nação. Quem disse que a economia dos adultos era fácil?
Enfim, isso é um resumo das coisas, mas acho que já deu para perceber que existem muitas oportunidades nesse jogo. Ahhh mas você gosta de conhecer a história do cenário e não apenas sair jogando? Existe uma série animada do Wakfu que no Brasil está disponível no Netflix, mas os episódios iniciais para dar um gostinho podem ser encontrados aqui no UOL: http://www.extremeonlinebr.net/wakfu-episodios.html
A fantasia sempre foi utilizada de forma educativa, não atoa que as obras "O Senhor dos Anéis" e "As Crônicas de Nárnia" foram escritas, respectivamente pelos escritores cristãos J. R. R. Tolkien (católico-romano) e C.S. Lewis (teólogo anglicano), com um intuito pedagógico/espiritual (sim, elas são abertamente cheias de simbolismo e de moral cristã). Tudo bem que o RPG (Role Playing Game: Jogo de Interpretação de Personagem) já é bem divulgado como instrumento pedagógico, mas depende muito do título e o RPG de livro sofre várias limitações para uso pedagógico: custo do material, dificuldade para encontrar material ou companheiros de jogo, complexidade das regras, alguns títulos não contribuem tanto quanto outros (e por vezes pode chocar as pessoas com certas temáticas), ...
OBS.: Sim, recomendo que incentivem seus filhos/alunos a jogarem RPG de livro, poucos jogos são tão divertidos e auxiliam tanto no desenvolvimento pessoal.
Bem, mas voltando... Eu já joguei alguns jogos on-line, mais especificamente MMORPGs (Um tipo de jogo que parece muito pouco com o seu inspirador: o RPG), porém nunca consegui ver nada de educativo neles. Mas, minha opinião mudou recentemente ao conhecer o jogo Wakfu.
| http://www.wakfu.com/pt/mmorpg |
Um amigo meu de infância (Mateus Ruzza) costuma brincar dizendo que Wakfu ensina mais que muita mãe... Brincadeiras a parte o jogo tem uma dinâmica fantástica para ensinar várias coisas da vida real. Ahhh sim, vale citar a curiosidade de que esse jogo é francês (mas tem uma versão disponível em língua portuguesa), apesar da maioria dos jogos desse tipo serem dos EUA ou do Extremo Oriente.
Mas, o que esse tal de Wakfu tem de tão especial? Vejamos:
- Ecossistema
- Cidadania
Ah sim, os pontos de cidadania são conseguidos ao se realizar boas ações para a comunidade. Ex.: conseguir recursos (animais/vegetais) que estavam em falta ou eliminar ameaças/pragas. Você também pode perder pontos de cidadania ao destruir o ecossistema, ferir leis ou agredir pessoas atoa e se você ficar com pontos negativos você se torna um fora-da-lei que será procurado pelos soldados da nação para ser preso (e terá que ficar com seu personagem trabalhando na cadeia para quitar sua dívida com a sociedade).
- Profissões/Trabalho e Economia
Ah sim, eventualmente você pode ter que viajar (gastando) pra outras nações pra comprar recursos que estejam em falta na sua nação. Quem disse que a economia dos adultos era fácil?
- Outras atividades
Enfim, isso é um resumo das coisas, mas acho que já deu para perceber que existem muitas oportunidades nesse jogo. Ahhh mas você gosta de conhecer a história do cenário e não apenas sair jogando? Existe uma série animada do Wakfu que no Brasil está disponível no Netflix, mas os episódios iniciais para dar um gostinho podem ser encontrados aqui no UOL: http://www.extremeonlinebr.net/wakfu-episodios.html
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