Já faz um bom tempo que o senador Crivella (PRB-RJ) não me desce desde a sua lei que visava transformar manifestações contra a copa em terrorismo e praticamente inutilizar o direito de greve, até sua atuação mínima no senado...
Porém, chegamos ao ABSURDO dos ABSURDOS quando o senador Crivella, que quer ser governador do Rio de Janeiro com apoio da presidente Dilma, faz uma declaração extremamente preconceituosa ao associar os moradores da baixada fluminense com os criminosos da capital...
http://oglobo.globo.com/brasil/crivella-se-deixar-baixada-na-miseria-pessoas-migram-para-roubar-na-capital-13436442
Senador, infelizmente do seu gabinete não dá para ver a realidade das pessoas... Sou professor na rede pública municipal de Queimados e de Belford Roxo, convivo constantemente com a população da baixada fluminense e te garanto que são pessoas honestas, trabalhadoras, que enfrentam diversas adversidades graças aos políticos como o senhor e seus colegas...
Acredite quando eu digo que não é a população da Baixada que pode roubar os moradores da capital, são as velhas raposas da política que mesmo enriquecendo não param de roubar a população tão sofrida de nosso Estado, incluindo aí a população da Baixada Fluminense...
Senador, não é o povo da baixada que rouba a capital e sim os seus amigos da velha política que se reúnem na capital (Nacional ou Estadual) para roubar o povo da baixada e de todo o Estado do RJ, para não dizer de todo o Brasil...
Não senador, não é o povo da Baixada que causa a violência, o povo da Baixada Fluminense é que tem sofrido com o aumento da violência por conta da política desastrosa das UPPs de tirar o bandido da Zona Sul do Rio de Janeiro e jogar na Zona Oeste e na Baixada Fluminense...
Mostrando postagens com marcador Queimados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Queimados. Mostrar todas as postagens
A via crucis na educação pública...
Já fui professor em 3 redes públicas municipais diferentes (Valença, Belford Roxo e Queimados) e ainda estudei na rede municipal do Rio de Janeiro e posteriormente na rede FAETEC (estadual)... Creio que conheço um pouco a realidade das escolas públicas de nosso Estado e posso dizer que são completamente vergonhosas... Salas de Aula que mais parecem Saunas de Aula (na E.M. Prof. Leopoldo Machado após as reformas feitas pela prefeitura de Queimados foram retirados os ventiladores e ainda foi diminuída a ventilação por janelas fazendo professores e alunos constantemente sofrerem com o calor excessivo e até passarem mal), professores sem remuneração decente e sem materiais básicos para o trabalho (como apagador ou caneta quando a escola tem quadro branco), cultura da impunidade e pressões para a aprovação automática (oficial ou não), ...
Enfim... Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras e deixo para vocês verem um vídeo de uma escola de Belford Roxo:
Caso estejam com dificuldade de entender as imagens, são algumas salas de aula (em um dia SEM CHUVA) com goteiras e com um teto podre, ventiladores que não funcionam, etc.Sem falar nos materiais destruídos...
Enfim... Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras e deixo para vocês verem um vídeo de uma escola de Belford Roxo:
Nossos desastres NÃO SÃO NATURAIS!
Todo o verão é a mesma coisa, a população sofrendo enquanto os nossos políticos (em sua total incompetência e descaso com a população) não tomam as medidas necessárias e tentam depois colocar a culpa na chuva, na natureza, ...
Não bastando isso eu tenho que ouvir uma coisa que dá vontade de rasgar meu diploma de graduação e pós em Geografia: "ahhh mas o prefeito não tem culpa, tem que reclamar com São Pedro ou com a Natureza pelas chuvas".
O povo não pode cair mais na conversa mole desses governantes, pois até o que não pode ser evitado pode ter os danos reduzidos e as pessoas podem ter a assistência necessária. Os prejuízos sofridos pelo povo e principalmente as vidas perdidas nesses desastres DEVEM SER COBRADAS DE NOSSOS GOVERNANTES!
Por fim segue uma cartilha que pode ser útil e foi elaborada pelo deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ):
http://www.glauberbraga.com.br/cartilha_prevencao
OBS.: Espero que nosso povo se lembre disso nas eleições, mas também no seu cotidiano, da importância das questões ambientais para a vida das pessoas (e que não são questões apenas para "hippies abraçadores de árvores" e sim para todos) e de uma ação efetiva no meio urbano para reduzir danos...
Alguns links sobre o assunto:
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/artigos_aguas_urbanas/enchentes_e_inundacoes.html
http://geografia.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/25/artigo134975-1.asp
http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma10.htm
Aliás podem cobrar também do Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e da bancada ruralista pela alteração no código florestal que contribui muito para novos desastres (que depois vão querer chamar de "naturais"):
http://www12.senado.gov.br/codigoflorestal/news/estudo-ocupacao-de-apps-aumenta-mortes-em-enchentes-e-deslizamentos
Não bastando isso eu tenho que ouvir uma coisa que dá vontade de rasgar meu diploma de graduação e pós em Geografia: "ahhh mas o prefeito não tem culpa, tem que reclamar com São Pedro ou com a Natureza pelas chuvas".
Embora não exista na teologia cristã nada que diga que São Pedro é quem faz chover, mesmo que ele fosse o responsável, como a chuva em si não é o problema nem ele e nem a natureza são responsáveis. Não temos desastres naturais, todos os desastres "naturais" que temos são consequência direta de ações humanas ou ao menos são reforçados pelas mesmas:
A urbanização por si só já traria vários problemas, mas sem preocupação com o impacto ambiental e sem a realização de medidas preventivas tudo só piora. Alagamentos, deslizamentos e tantos outros desastres "naturais" (sem falar nos desabamentos e outros tipos de desastres) são responsabilidade direta da falta de vontade de nossos governantes em tomar as medidas adequadas ANTES dos desastres e de realizar uma fiscalização adequada ao longo do ano... Aliás, eles gostam é de tentar se promover depois em cima da tragédia alheia:
O povo não pode cair mais na conversa mole desses governantes, pois até o que não pode ser evitado pode ter os danos reduzidos e as pessoas podem ter a assistência necessária. Os prejuízos sofridos pelo povo e principalmente as vidas perdidas nesses desastres DEVEM SER COBRADAS DE NOSSOS GOVERNANTES!
![]() |
| "Somos um Rio" (Slogan do Governo PMDB) e "O Rio passa por aqui" (Slogan da Supervia) devem estar falando das inundações... |
A população (com razão revoltada) tem ido para as ruas e agora os professores estão convocando um ato no Centro do Rio de Janeiro para protestar contra tudo isso... O ato será amanhã (12/12 ás 16h na Rio Branco), se é que as inundações não vão inviabilizar a manifestação, segue o link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/339915419482162/?notif_t=plan_user_joined
Algumas fotos do que ocorreu (vale lembrar que Queimados e Nova Iguaçu quase sumiram do mapa e alguns ramais do trem ficaram impedidos completa ou parcialmente de funcionar):
![]() |
| Na foto o parlamentar juvenil da JSB-RJ (PSB) Luan Peixoto denunciando a situação de onde ele mora. |
Por fim segue uma cartilha que pode ser útil e foi elaborada pelo deputado federal Glauber Braga (PSB-RJ):
http://www.glauberbraga.com.br/cartilha_prevencao
OBS.: Espero que nosso povo se lembre disso nas eleições, mas também no seu cotidiano, da importância das questões ambientais para a vida das pessoas (e que não são questões apenas para "hippies abraçadores de árvores" e sim para todos) e de uma ação efetiva no meio urbano para reduzir danos...
Alguns links sobre o assunto:
http://ambientes.ambientebrasil.com.br/agua/artigos_aguas_urbanas/enchentes_e_inundacoes.html
http://geografia.uol.com.br/geografia/mapas-demografia/25/artigo134975-1.asp
http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma10.htm
Aliás podem cobrar também do Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e da bancada ruralista pela alteração no código florestal que contribui muito para novos desastres (que depois vão querer chamar de "naturais"):
http://www12.senado.gov.br/codigoflorestal/news/estudo-ocupacao-de-apps-aumenta-mortes-em-enchentes-e-deslizamentos
A culpa é do professor? Eles não sabem o que falam...
É...
Por 2 vezes* eu já abordei aqui no blog um pouco do tema, mas agora precisarei me aprofundar um pouquinho mais...
Existe uma cultura de colocar o professor como culpado por todas as mazelas do mundo. Alguns textos demagógicos (travestidos de pedagógicos) nos fazem até pensar que o mundo seria melhor sem professores, que segundo tais textos são seres sádicos que enfrentam as piores condições de trabalho no serviço público sem retorno e nem reconhecimento apenas para atrasar o país.
Não estão acreditando? Se prepare:
http://www.jogodopoder.com/blog/politica/brasil-reprovado-o-custo-do-atraso-escolar/
O texto acima é o típico texto em que as demandas do povo ficam em segundo plano e o mais importante é o corte de gastos... Mas para evitar injustiças vamos analisar o texto:
Mas a luta continua contra aqueles que insistem em querer o pior para o nosso povo mais sofrido. Continuaremos lutando contra esse abuso da aprovação automática, contra
*Postagens relevantes:
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/desabafo-conscientizador.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/jonas-os-professores-e-uma-outra-evasao.html
Por 2 vezes* eu já abordei aqui no blog um pouco do tema, mas agora precisarei me aprofundar um pouquinho mais...
Existe uma cultura de colocar o professor como culpado por todas as mazelas do mundo. Alguns textos demagógicos (travestidos de pedagógicos) nos fazem até pensar que o mundo seria melhor sem professores, que segundo tais textos são seres sádicos que enfrentam as piores condições de trabalho no serviço público sem retorno e nem reconhecimento apenas para atrasar o país.
Não estão acreditando? Se prepare:
http://www.jogodopoder.com/blog/politica/brasil-reprovado-o-custo-do-atraso-escolar/
O texto acima é o típico texto em que as demandas do povo ficam em segundo plano e o mais importante é o corte de gastos... Mas para evitar injustiças vamos analisar o texto:
- Ele foi escrito para um jornal de economia e não para um veículo pedagógico (onde facilmente seria ridicularizado por educadores sérios), logo já vemos qual é a prioridade do texto: capital sobre o social...
- Foi escrito por um presidente de uma ONG que tem projetos com um teor tão tecnicista não parecem ter sido feitos por ninguém da área da educação, aliás logo na página principal do site eles se usam como referência o Sr. Richard Murnane da Universidade de Harvard que ao olhar no site da própria Harvard descobri que ele é um ECONOMISTA! E a fórmula + dinheiro - educação continua...
- O texto começa tirando vários números da cartola e fazendo vários cálculos sem demonstrar exatamente como ocorre e qual a base disso tudo. Tem tudo para ser facilmente manipulado! Sem falar que o texto é escrito de uma forma maldosa na sua relação entre número de professores contratados e ineficiência, número de sala de aulas e ineficiência. O que seria eficiência? 200 alunos em 1 sala de aula com 1 professor? Temos muitos pontos para discutir aí....
- Em seguida ele tenta fazer um alarme sobre o número de alunos com atraso de escolaridade. Mas faltou ele diferenciar alunos que entram na escola já com uma idade avançada, alunos que eventualmente param de estudar (para trabalhar por exemplo) e retornam mais a frente e os que efetivamente estão atrasados por reprovação.
- Em seguida ele se contradiz, fala que se o critério para reprovação fosse a aprendizagem ela deveria ser muito maior, mas termina dizendo que a aprovação automática é o ideal... Ou seja, bom é passar o aluno mesmo que ele nada aprenda? Interessante que essa ideia da aprovação automática é sempre empurrada goela abaixo das escolas "para pobres" (públicas ou particulares) enquanto as tradicionalíssimas escolas "para ricos" estão querendo mais é reprovar e continuar sendo uma escola de referência. Para os pobres pode ser de qualquer jeito e para os ricos não?
- O escritor fala de reprovação em massa... Creio que ele nunca tenha sido professor na rede pública... Sofremos pressões diárias sobre as notas dos alunos, professor que dá nota baixa é logo taxado de incompetente e sofre todo o tipo de represálias e pressões... Só um louco/chato como eu é que insiste em reprovar algum aluno. Em algumas redes a reprovação do aluno pode impedir o professor de ter acesso a certos benefícios e em outras se o aluno nunca foi em nenhuma aula de todas as disciplinas e resolver aparecer só em 1 (ex.: Educação Física) e passar nela ele vai passar de ano em tudo... Em Queimados-RJ por exemplo é proibido dar 0 para um aluno, mesmo que ele nunca tenha aparecido na aula.... O texto só está defendendo os interesses de nossos políticos de ficarem bem nas estatísticas sobre educação e deixar o povo a instrução adequada.
- Ele levanta o argumento de que bons alunos tendem a melhoras os piores alunos, mas esquece que o inverso também é muito observado...
- Por fim ele continua usando argumentos para defender que se coloque o professor como refém e que o importante é sair aprovando os alunos indiscriminadamente para evitar a evasão. Pena que isso gera uma evasão de espírito onde o aluno vai para a escola determinado a não participar daquilo já que de qualquer forma ele será aprovado. Além de reforçarmos a cultura da impunidade que é um mal tão grande em nossa sociedade.
Mas relaxe, temos outras pessoas prestando serviço para os nossos políticos, descompromissados com uma educação de qualidade para o povo, e um desserviço para a educação em geral. Esse blog merece nota zero por tudo que posta, mas vou destacar o quanto ele deseja formar pessoas inconsequentes:
http://professornotazero.blogspot.com.br/Mas a luta continua contra aqueles que insistem em querer o pior para o nosso povo mais sofrido. Continuaremos lutando contra esse abuso da aprovação automática, contra
*Postagens relevantes:
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/desabafo-conscientizador.html
http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/jonas-os-professores-e-uma-outra-evasao.html
Palestra sobre Educação e os Desafios do Magistério - Petrópolis/RJ
Segue vídeos com alguns trechos da palestra que ministrei no dia 19/10/2013 em Petrópolis/RJ na sede da Loja Maçônica Jacques DeMolay nº 50 (GOIRJ) e foi organizada pelo Capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669.
Embora tivesse voltada para o tema educação ela abordou diversas outras questões que estão diretamente vinculadas: política, repressão, manifestações, ...
Agradeço especialmente ao capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669 pela organização desta palestra.
Embora tivesse voltada para o tema educação ela abordou diversas outras questões que estão diretamente vinculadas: política, repressão, manifestações, ...
Agradeço especialmente ao capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669 pela organização desta palestra.
Intolerância nas escolas
Uma das situações mais tristes que pude viver em sala de aula foi quando ao ser solicitado pela escola para elaborar um trabalho que deverá ser apresentado em uma feira integrada na escola que trabalho no município de Queimados / RJ.
Bem já que minha formação é em Geografia e minha linha de pesquisa sempre foi em Geografia Cultural/Geografia das Religiões pensei em montar uma forma das turmas trabalharem o tema de "Tolerância e Liberdade Religiosa: Por uma Cultura de Paz", mas para meu espanto muitos alunos se recusavam até a escrever o nome de outras religiões (especificamente Umbanda e Candomblé) em seus cadernos em um texto sobre tolerância religiosa. Isso não é novidade, vide uma notícia já bem antiga:
http://acritica.uol.com.br/noticias/Amazonas-Manaus-Cotidiano-Polemica-alunos-professores-trabalho-escolar-afro-brasileiro-evangelicos-satanismo-homossexualismo-espiritismo_0_808119201.html
Ainda tentei explicar aos alunos como cristão que estudar e/ou respeitar algo não significa que você esteja se tornando adepto daquilo e tudo o mais, porém não deu muito resultado. Alguns alunos alegavam inclusive que por eles não teriam problema mas eles tinham até medo de falar sobre isso com os pais. Ao contrário do que muitos podem imaginar não haviam só evangélicos entre os alunos (e nem todos os evangélicos se incomodaram), na verdade estamos em uma era de fundamentalismo religioso em vários segmentos.
Por isso sempre defendi que aulas não-confessionais de ensino religioso (Sem puxar sardinha para nenhuma religião mas focando na história, geografia, enfim nas ciências da religião em geral) seriam importantíssimas para a cultura de tolerância nas escolas e consequentemente na sociedade como um todo, afinal já que muitas vezes o aluno não tem outro ambiente que o ensine a pensar de uma forma tolerante a escola assumiria tal função visando a manutenção de uma sociedade democrática.
Vale lembrar que o fundamentalismo religioso tem preocupado inclusive organizações religiosa:
http://www.paroquiadainclusao.com/site/?p=14133
Quanto ao que eu fiz em sala de aula? Bem com certeza eu não desisti e em breve poderei falar melhor dos resultados.
Bem já que minha formação é em Geografia e minha linha de pesquisa sempre foi em Geografia Cultural/Geografia das Religiões pensei em montar uma forma das turmas trabalharem o tema de "Tolerância e Liberdade Religiosa: Por uma Cultura de Paz", mas para meu espanto muitos alunos se recusavam até a escrever o nome de outras religiões (especificamente Umbanda e Candomblé) em seus cadernos em um texto sobre tolerância religiosa. Isso não é novidade, vide uma notícia já bem antiga:
http://acritica.uol.com.br/noticias/Amazonas-Manaus-Cotidiano-Polemica-alunos-professores-trabalho-escolar-afro-brasileiro-evangelicos-satanismo-homossexualismo-espiritismo_0_808119201.html
Ainda tentei explicar aos alunos como cristão que estudar e/ou respeitar algo não significa que você esteja se tornando adepto daquilo e tudo o mais, porém não deu muito resultado. Alguns alunos alegavam inclusive que por eles não teriam problema mas eles tinham até medo de falar sobre isso com os pais. Ao contrário do que muitos podem imaginar não haviam só evangélicos entre os alunos (e nem todos os evangélicos se incomodaram), na verdade estamos em uma era de fundamentalismo religioso em vários segmentos.
Por isso sempre defendi que aulas não-confessionais de ensino religioso (Sem puxar sardinha para nenhuma religião mas focando na história, geografia, enfim nas ciências da religião em geral) seriam importantíssimas para a cultura de tolerância nas escolas e consequentemente na sociedade como um todo, afinal já que muitas vezes o aluno não tem outro ambiente que o ensine a pensar de uma forma tolerante a escola assumiria tal função visando a manutenção de uma sociedade democrática.
Vale lembrar que o fundamentalismo religioso tem preocupado inclusive organizações religiosa:
http://www.paroquiadainclusao.com/site/?p=14133
Quanto ao que eu fiz em sala de aula? Bem com certeza eu não desisti e em breve poderei falar melhor dos resultados.
Assinar:
Postagens (Atom)








