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O Dia Nacional de Ação de Graças
O
Dia Nacional de Ação de Graças
É
muito comum ouvirmos falar em filmes e séries americanos sobre o
“Dia de Ação de Graças”, porém pouco sabemos dele e menos
ainda sabemos que é uma data CÍVICA brasileira, pouco difundida e
que possui um significado muito importante para os dias atuais:
“A
idéia de transformar o "Dia de Ação de Graças" em
acontecimento unversal nasceu de um brasileiro, Joaquim Nabuco,
quando Embaixador do Brasil em Washington.
Em
1909, na Catedral de São Patrício, ao final da primeira Missa
Pan-Americana, que celebrava o "Dia de Ação de Graças",
o Embaixador brasileiro formulou publicamente o seguinte voto: "Eu
quisera que toda a humanidade se unisse, no mesmo dia, para um
agradecimento universal a Deus".
O
diplomata brasileiro soube expressar em sua idéia todo o
conhecimento que tinha sobre a população de seu país, baseado em
seu passado histórico, firmando sempre, desde as origens, nas
tradições cristãs do respeito à liberdade e aos direitos humanos,
na proibição constitucional das guerras, na busca de solução dos
conflitos sem derramamento de sangue, enfim, um país voltado para a
paz.
No
Brasil, o "Dia Nacional de Ação de Graças" foi
instituído por meio da Lei nº 781, de 17 de agosto de 1949, pelo
presidente Eurico Gaspar Dutra.*
Atualmente, o Dia de Ação de Graças
praticamente foi esquecido no Brasil, sendo lembrado basicamente em
algumas igrejas que contaram com grande presença de missionários
norte-americanos (anglicanos**, presbiterianos, batistas, …). Até
mesmo a Black Friday (dia de grandes promoções nas lojas para
queimar o estoque de Ação de Graças e abrir caminho para as vendas
de Natal) se popularizou no Brasil e o Dia de Ação de Graças não.
Sabendo da importância do sentimento de
gratidão, da necessidade de sermos gratos ao SADU pelas bençãos
derramadas em nossas vidas, bem como sermos gratos uns aos outros
pois todos os seres humanos não são capazes de sobreviver sozinhos,
precisamos sempre do apoio uns dos outros (nossas vestes, nossas
casas, nossa eletricidade, nosso alimento, nossa segurança, ... são
garantidas por inúmeras pessoas que nem conhecemos), dependemos na
natureza também (mesmo que o homem urbano tenha se esquecido disso,
o homem do campo sabe a importância do regime de chuvas, das
questões climáticas e etc).
Muitos psicólogos recomendam que se trabalhe
a valorização da vida, considerando os crescentes casos de
depressão, automutilação e suicídio. Recordarmos o sentimentos de
gratidão, recordarmos os inúmeros motivos para agradecer e que
muitas vezes nem percebemos é extremamente necessário, sendo uma
necessidade não apenas no campo da ética/moral ou da
espiritualidade, mas também uma necessidade de saúde pública.
O
famoso quadro “Mãos em Oração” possui uma bela história de
gratidão e foi adotado como símbolo do Comitê de Resgate do Dia de
Ação de graças.
“Por
volta de 1490, dois jovens amigos, Albrecht Dürer e Franz Knigstein,
queriam ser artistas, mas estavam enfrentando muitas dificuldades.
Por serem pobres, eles trabalhavam para sustentar-se, enquanto
aprendiam a pintar quadros.
O
trabalho tomava grande parte do tempo deles e, por conseguinte, o
progresso nos estudos era lento. Um dia, chegaram a um acordo:
tirariam a sorte, e aquele que perdesse trabalharia para sustentar os
estudos do outro. Albrecht foi o vencedor e continuou a estudar,
enquanto Franz trabalhava em um serviço pesado. Pelo acordo, quando
Albrecht se tornasse famoso, sustentaria Franz nos estudos.
Albrecht
partiu para as cidades da Europa para concluir os estudos. Hoje, o
mundo todo sabe que ele não tinha apenas talento; era um gênio.
Quando ficou famoso, ele voltou para cumprir sua parte no acordo com
Franz. Logo a seguir, porém, Albrecht constatou o preço enorme que
Franz havia pago. Por ter trabalhado com as mãos executando tarefas
pesadas para sustentar o amigo, Franz ficou com os dedos rígidos e
tortos. Suas mãos, antes esguias e sensíveis, estavam arruinadas
para sempre. Ele não podia mais realizar as delicadas pinceladas
necessárias para produzir uma bela pintura. Apesar de não poder
concretizar seus sonhos artísticos, ele não se tornou uma pessoa
amargurada. Ao contrário, alegrou-se com o sucesso do amigo.
Um
dia, Dürer encontrou Franz casualmente e o viu ajoelhado, com as
mãos retorcidas em atitude de oração, suplicando silenciosamente
pelo sucesso do amigo, embora ele próprio não pudesse mais ser um
artista. Albrecht Dürer, o grande gênio, fez um esboço rápido das
mãos de seu fiel amigo e, mais tarde, completou a magnífica
obra-prima conhecida como As mãos em Oração.” ***
Referências:
** Livro de Oração Comum (Igreja
Episcopal Anglicana do Brasil)
*** https://radio93.com.br/eraumavez/a-historia-das-maos-em-oracao/
*** https://radio93.com.br/eraumavez/a-historia-das-maos-em-oracao/
Trabalho apresentado na Loja Maçônica Fé, Esperança e Caridade - 4344 (GOB-RJ), no dia 28/11/19 (Ação de Graças).
AstroNando: Uma genialidade que pode ser desperdiçada pela falta de recursos.
Hoje foi um dia realmente emocionante para mim, pude conhecer a história do Luiz Fernando (astroNANDO) e não tive como não ficar aflito com a situação.
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| Eu e o astroNANDO |
NANDO está entre os alunos prodígios, uma mente brilhante, que foi aprovado em 3 universidade dos EUA, e escolheu cursar Engenharia Aeroespacial no Instituto Tecnológico da Flórida. Tudo perfeito, exceto de que apesar das bolsas que conseguiu ele precisa até o final de Julho de R$ 30.000,00, coisa que seu pai professor de Educação Física e sua mãe recepcionista evidentemente com todo o sacrifício que fazem não podem arcar... É, e tem gente que diz que o sistema é justo e que as pessoas vencem por mérito, a genialidade e esforço do Luiz Fernando podem ser desperdiçadas simplesmente pela falta de dinheiro da família. Vejam: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2014-07-02/17-alunos-prodigios-do-pais-sao-selecionados-por-universidades-top-do-exterior.html
Nosso NANDO precisa de sua solidariedade, afinal o poder público está mais preocupado em investir na Copa ou em dar dinheiro para grandes corporações do que investir na educação de nosso povo, através de um site na internet que o Luiz Fernando montou ele conseguiu quase R$ 10.000,00, mas o tempo está acabando e ainda falta o resto da quantia. Precisamos de uma grande mobilização da sociedade em favor deste jovem DeMolay tão dedicado aos estudos e engajado em causas sociais. Me envergonharia agora ser político e não ajudar esse garoto, mas infelizmente eu sou apenas um professor que será candidato a deputado estadual nas próximas eleições para justamente poder fazer algo pelo nosso povo (só acredito e só admito a política voltada para as pessoas).
Conheçam a campanha e eu imploro que ajudem esse garoto em seu sonho, afinal ele já fez mais do que um adolescente como ele poderia fazer, mas agora precisamos de solidariedade:
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| https://www.facebook.com/goastronando |
Palestra sobre Educação e os Desafios do Magistério - Petrópolis/RJ
Segue vídeos com alguns trechos da palestra que ministrei no dia 19/10/2013 em Petrópolis/RJ na sede da Loja Maçônica Jacques DeMolay nº 50 (GOIRJ) e foi organizada pelo Capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669.
Embora tivesse voltada para o tema educação ela abordou diversas outras questões que estão diretamente vinculadas: política, repressão, manifestações, ...
Agradeço especialmente ao capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669 pela organização desta palestra.
Embora tivesse voltada para o tema educação ela abordou diversas outras questões que estão diretamente vinculadas: política, repressão, manifestações, ...
Agradeço especialmente ao capítulo Rei Ricardo Coração de Leão nº 669 pela organização desta palestra.
Um exército de feridos
Vou abrir uma brecha neste blog para tratar de um assunto que não é tão relevante mas ao mesmo tempo é bastante relevante para a educação.
Existe uma frase que eu desconheço o autor que diz: "A Igreja é o único exército que deixa seus feridos para trás.", Infelizmente sou forçado a discordar desta frase e dizer que não é apenas a Igreja que deixa seus feridos para trás.
A Igreja, a Maçonaria e as ordens paramaçônicas, os partidos, as escolas e tantas outras instituições abandonam seus feridos (às vezes sem perceber ou sem saber o que fazer com eles), na maior parte das vezes na inocência, mas mesmo assim não conseguem reabilitar adequadamente seus membros que ficaram decepcionados, feridos, desgostosos.
Vale ressaltar que não estou falando dos amotinados interessados em gerar destruir tudo ou nos "criadores de caso" que apenas estão preocupados com seus próprios interesses. Eu falo daqueles fiéis e sinceros membros que se dedicaram (ou ao menos acreditaram) ao máximo nos ideais mas (ás vezes até por falta de discernimento e/ou maturidade suficiente) não conseguiram entender que em todos os locais existem "frutas podres" e que todos os locais precisam que as pessoas estejam firmes nos ideais justamente para evitar a proliferação da corrupção ideológica/institucional e combater (ou se possível converter) os maus elementos internos.
Mas e na escola? Na escola a situação não é muito diferente. Não conheço um professor por mais linha dura que seja (não disse que não existem, mas apenas que não os conheço) que não se sente mal, desiludido, decepcionado, frustrado quando um aluno não consegue aprender adequadamente, quando um aluno tira notas baixas, repete ou simplesmente abandona a escola. O dia-a-dia da escola (e em especial os períodos de avaliações) nos coloca em um dilema muito complexo: De um lado o paternalismo escolar tão incentivado pelo governo e certos "gurus da educação" que querem apenas dizer que todos estão passando mesmo sem nada aprenderem e do outro lado o rigorismo pedagógico que nasce nos corações de muitos professores como reação ao paternalismo escolar e também pela pressão dos concursos. Achar um equilíbrio adequado é uma tarefa ingrata, sem fórmulas prontas e que quase nunca é bem vista.
Mas então qual é a solução? Estou longe de querer me achar superior ao resto da humanidade e trazer soluções prontas para problemas filosóficos tão complexos. Mas é fato que esse problema dos que se perdem no caminho é um problema urgente dentro e fora do âmbito escolar e que infelizmente quase ninguém sabe o que fazer adequadamente. Que tal começarmos a refletir e debater isto nas diversas instituições que participamos?
Existe uma frase que eu desconheço o autor que diz: "A Igreja é o único exército que deixa seus feridos para trás.", Infelizmente sou forçado a discordar desta frase e dizer que não é apenas a Igreja que deixa seus feridos para trás.
A Igreja, a Maçonaria e as ordens paramaçônicas, os partidos, as escolas e tantas outras instituições abandonam seus feridos (às vezes sem perceber ou sem saber o que fazer com eles), na maior parte das vezes na inocência, mas mesmo assim não conseguem reabilitar adequadamente seus membros que ficaram decepcionados, feridos, desgostosos.
Vale ressaltar que não estou falando dos amotinados interessados em gerar destruir tudo ou nos "criadores de caso" que apenas estão preocupados com seus próprios interesses. Eu falo daqueles fiéis e sinceros membros que se dedicaram (ou ao menos acreditaram) ao máximo nos ideais mas (ás vezes até por falta de discernimento e/ou maturidade suficiente) não conseguiram entender que em todos os locais existem "frutas podres" e que todos os locais precisam que as pessoas estejam firmes nos ideais justamente para evitar a proliferação da corrupção ideológica/institucional e combater (ou se possível converter) os maus elementos internos.
Mas e na escola? Na escola a situação não é muito diferente. Não conheço um professor por mais linha dura que seja (não disse que não existem, mas apenas que não os conheço) que não se sente mal, desiludido, decepcionado, frustrado quando um aluno não consegue aprender adequadamente, quando um aluno tira notas baixas, repete ou simplesmente abandona a escola. O dia-a-dia da escola (e em especial os períodos de avaliações) nos coloca em um dilema muito complexo: De um lado o paternalismo escolar tão incentivado pelo governo e certos "gurus da educação" que querem apenas dizer que todos estão passando mesmo sem nada aprenderem e do outro lado o rigorismo pedagógico que nasce nos corações de muitos professores como reação ao paternalismo escolar e também pela pressão dos concursos. Achar um equilíbrio adequado é uma tarefa ingrata, sem fórmulas prontas e que quase nunca é bem vista.
Mas então qual é a solução? Estou longe de querer me achar superior ao resto da humanidade e trazer soluções prontas para problemas filosóficos tão complexos. Mas é fato que esse problema dos que se perdem no caminho é um problema urgente dentro e fora do âmbito escolar e que infelizmente quase ninguém sabe o que fazer adequadamente. Que tal começarmos a refletir e debater isto nas diversas instituições que participamos?
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